<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9040064715687822710</id><updated>2011-05-10T20:44:42.851-07:00</updated><category term='Nova Zelândia'/><category term='início'/><category term='Māori'/><category term='de malas e bagagens'/><title type='text'>Mundus Cultus</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://munduscultus.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9040064715687822710/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://munduscultus.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Akwegbuará</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15516587493530640440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9040064715687822710.post-4018582415941817713</id><published>2007-12-03T12:39:00.000-08:00</published><updated>2007-12-03T10:56:06.128-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nova Zelândia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Māori'/><title type='text'>MāORI [2]</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;::&lt;span style="font-size:180%;"&gt;K&lt;/span&gt;O&lt;span style="font-size:180%;"&gt;R&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;U::&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;L&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;embrando um rebento de um feto, o Koru é usado com grande frequência na arte Māori como símbolo da criação A sua forma circular transmite a ideia de um movimento perpétuo e as espirais interiores sugerem o retorno ao ponto de origem. Assim, o koru simboliza o modo como a vida se altera e, simultaneamente, permanece igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.prints.co.nz/Merchant2/graphics/00000001/8080_Diana_Adams_Koru.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 219px; height: 219px;" src="http://www.prints.co.nz/Merchant2/graphics/00000001/8080_Diana_Adams_Koru.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;::&lt;span style="font-size:180%;"&gt;M&lt;/span&gt;A&lt;span style="font-size:180%;"&gt;U&lt;/span&gt;I::&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os maori, o significado das waka (canoas) tem a sua origem em tempos antigos, quando as waka viajavam entre a terra ancestral Hawaiki e a Nova Zelândia. O Mãui, um antepassado com origens divinas, viajou numa waka para o Oceano do Sul e foi pescando até à Ilha Norte da Nova Zelândia, conhecida como Te Ika-ã-Mãui (o peixe de Mãui). A sua canoa transformou-se na Ilha Sul Te Waka-ã-Mãui (canoa do Mãui). Diz-se que um antepassado humano, Kupe, descobriu mais tarde a Nova Zelândia numa viagem numa waka. Atribui-se à sua mulher, Kuramãrõtini, ter escolhido o nome Aotearoa (grande nuvem branca) — o nome Maori que hoje se usa para designar a Nova Zelândia.&lt;br /&gt;Várias tribos lembram em muitas histórias as chegadas seguintes dos seus antepassados em numerosas waka, desembarcando em locais que hoje são importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredita-se que os Maori partiram de Hawaiki, navegando pelos mares nas suas canoas e chegando à Nova Zelândia. A existência e a localização geográfica de Hawaiki nunca foi confirmado. É um local misterioso, onde as pessoas se transformam em pássaros ou descem até ao mundo de baixo. Hawaiki também é um símbolo de criação e regeneração. É a fonte da vida humana e representa tudo o que é bom na humanidade. É um lugar místico. De acordo com as histórias tradicionais, o Deus supremo Io criou Hawaiki. Um domínio sagrado, local de nascimento do mundo. A primeiro mulher foi feita a partir do seu solo. Também é a casa dos Deuses, incluindo Mãui. As teorias sobre a localização verdadeira de Hawaiki também fascinam os estudiosos desde o século XIX. Alguns pensam que os Maori vêm da Polinésia, outros da Índia ou mesmo da Mesopotâmia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.prints.co.nz/Merchant2/graphics/00000001/7196_He_Waka_Taua_Ferris_Douglas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.prints.co.nz/Merchant2/graphics/00000001/7196_He_Waka_Taua_Ferris_Douglas.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No passado os Maoris usavam as waka (canoas) como hoje nós usamos os carros. Os “caminhos de água” da Nova Zelândia eram como ruas, que corriam pela costa e que subiam os rios. As waka usavam-nos e transportavam pessoas e bens. Ainda há alguns Maoris que constroem waka tradicionais, nos dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros colonos que chegaram a Aotearoa (Nova Zelândia) vieram em grandes wakas, vindas da Polinésia. A sua jornada demorou mais de um mês, e, portanto, as waka ainda eram bastante grandes, pois precisavam de espaço para transportar muitas pessoas e comida.&lt;br /&gt;As waka eram construídas com troncos de árvores. Na Polinésia, as waka eram estreitas e pouco estáveis porque as árvores eram, também, estreitas. Algumas precisavam mesmo de pequenos suportes, para se equilibrarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos os tipos mais famosos das waka:&lt;br /&gt;1. Taua de Waka - Era a maior waka e tinha até 30 metros de comprimento, podendo levar cerca de 100 homens.&lt;br /&gt;2. Waka tete - Era mais simples que a anterior e era usada pelos grupos tribais para levar pessoas e bens pelos rios e pela costa. Mais tarde eram usadas com fins comerciais.&lt;br /&gt;3. Waka Tiwai - Estas canoas eram muito comuns e eram tipicamente usadas para a diversão e para corridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[Ojigwe Orunbiyí Akwegbuará]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9040064715687822710-4018582415941817713?l=munduscultus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://munduscultus.blogspot.com/feeds/4018582415941817713/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9040064715687822710&amp;postID=4018582415941817713' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9040064715687822710/posts/default/4018582415941817713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9040064715687822710/posts/default/4018582415941817713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://munduscultus.blogspot.com/2007/11/mori-2.html' title='MāORI [2]'/><author><name>Akwegbuará</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15516587493530640440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9040064715687822710.post-8300077942679660534</id><published>2007-11-28T18:47:00.000-08:00</published><updated>2007-11-28T12:38:57.165-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nova Zelândia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Māori'/><title type='text'>MāORI [1]</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.yafa.com/images/delta/maori/maori_image.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 219px; height: 243px;" src="http://www.yafa.com/images/delta/maori/maori_image.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; nossa primeira viagem levou-nos até à Oceânia, mais concretamente até à Nova Zelândia, para um contacto enriquecedor com o povo Māori, os nativos guerreiros. A origem do nome «Māori» que designa não só o povo mas a língua que lhes é própria significa "normal", "comum", sendo um termo que se contextualiza em oposição aos deuses e espíritos ancestrais, ou seja, é Māori o indivíduo que não pertence ao plano do sagrado. A palavra «Māori» parece ter viajado até ao Havai sob o termo «Maoli» e até ao Haiti, sob o termo «Maohi», locais onde tem o mesmo significado que na Nova Zelândia. Curiosamente, o termo «Māori» era apenas usado pelos mesmos como forma de identificação pessoal. Os viajantes que por ali passavam apelidavam o povo de "nativos", "aborígenes" ou "neozelandeses".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo alguns historiados e antropólogos, a Nova Zelândia terá sido formada por nativos originários do leste da Polinésia, entre 800 e 1300 a.C., em vagas sucessivas e continuadas. Segundo a narrativa Māori, os antepassados chegaram de Hawaiki -- um lugar lendário na floresta tropical da Polinésia -- em «wakas», grandes canoas, que cruzaram os oceanos. A antropologia física e linguística indica que, de facto, os Māori são descendentes de povos oriundos do leste da Polinésia, o que vem comprovar a narrativa tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://static.flickr.com/167/431043211_b6d6b540e5_m.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 203px; height: 246px;" src="http://static.flickr.com/167/431043211_b6d6b540e5_m.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;::Chefe Māori durante a cerimónia do Haka::&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TATUAGEM «MOKO».&lt;/span&gt; A tatuagem é um dos elementos mais representativos dos Māori, em especial a tatuagem facial designada de «Moko». Os Māori desenvolveram um estílo de tatuagem bastante diferente dos demais povos do Pacífico Sul. A técnica de tatuagem (palavra que significa "marca no corpo") dos Māori é uma transposição do talhar da madeira para um talhar no corpo, isto é, os Māori aplicam a mesma técnica na talha de madeira e na tatuagem. A &lt;span style="font-style: italic;"&gt;moko&lt;/span&gt; é um símbolo de prestígio social, pelo que quanto mais densa for a pintura mais importância social tem o indivíduo, e digo indivíduo uma vez que a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;moko&lt;/span&gt; é uma pintura eminentemente masculina. No século XIX as cabeças dos Māori tornaram-se alvo de cobiça e interesse por parte dos coleccionadores europeus, uma vez que a decapitação era um hábito de guerra, bem como a colocação da mesma em urnas sagradas por parte dos vencedores. Em alguns museus do mundo é possível encontrar tatuagens Māori, não só em desenhos ou fotografias como, inclusivamente, em pele humana. A preservação da tatuagem, como que uma preservação da memória individual e colectiva, era feita através da manutenção das cabeças dos líderes e familiares, colocadas em urnas próprias e veneradas simbolicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comércio das cabeças tatuadas foi desenvolvido pela interacção com o navegador europeu, que maravilhado com o pormenor artístico do trabalho, começaram a trocar cabeças por armas de fogo, munições e artifícios em metal. A procura começou a ser superior à oferta, em resultado disso a população Māori começou a ser consideravelmente reduzida, dizimada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo consta a primeira cabeça a ser levada para a Europa foi pelo naturalista Joseph Banks, mais tarde Sir Joseph Banks, que chegou à Nova Zelândia a 20 de Janeiro de 1770, juntamente com a tripulação do Capitão Cook. Era a cabeça de um jovem de catorze ou quinze anos que pereceu em combate. A procura desenfreada por cabeças tatuados dos Māori, ficou registada nas palavras do Reverendo J.S.Wood:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Em primeiro lugar nenhum homem estava, por um momento que fosse, seguro, a menos que se tratasse de um chefe. E mesmo assim, bastava uma distração dos seus guardas para que fosse atacado, morto e decapitado, em nome do comércio de cabeças tatuadas. (...) Mas o comércio começou a florescer em quantidade e extensão, e surgiram emissários enviados a fim de seleccionador os melhores "exemplares". As cabeças cozinhadas" ganharam uma importância tal que conquistaram um mercado próprio, de tal forma que se tornou usal encontrá-las para venda nas ruas de Sidney.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centenas de Māori sofreram trágicos fins, mortos apenas em nome do valor comercial das suas cabeças. De tal forma que se perdeu a preservação e culto das cabeças de familiares, líderes e amigos, sob o medo de estas serem capturadas para comércio.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lentamente o tráfico de cabeças foi-se tornando um escândalo e considerado uma carnificina. Os próprios Māori deixaram de negociar sob pena de perder a sua identidade e existência. O esforço de combate ao comércio de cabeças pelos Māori conquistou a atenção e conseguiu a promulgação de uma Lei ainda antes da separação colonial da Nova Zelândia. O Governador Darling de New South Wales impôs uma multa de 40 libras e a divulgação dos traficantes de cabeças. O comércio foi morrendo lentamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[Ojigwe Orunbiyí Akwegbuará]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9040064715687822710-8300077942679660534?l=munduscultus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://munduscultus.blogspot.com/feeds/8300077942679660534/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9040064715687822710&amp;postID=8300077942679660534' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9040064715687822710/posts/default/8300077942679660534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9040064715687822710/posts/default/8300077942679660534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://munduscultus.blogspot.com/2007/11/mori-1.html' title='MāORI [1]'/><author><name>Akwegbuará</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15516587493530640440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9040064715687822710.post-6856051098866923524</id><published>2007-11-27T12:45:00.000-08:00</published><updated>2007-11-27T12:56:20.559-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='de malas e bagagens'/><title type='text'>OS NOSSOS SAFARIS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://sneakersbr.globolog.com.br/nike%20dunk%20safari%20pack%204%20via%20freshness.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://sneakersbr.globolog.com.br/nike%20dunk%20safari%20pack%204%20via%20freshness.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Calçámos os nossos ténis Safari, vestimos os coletes de muitos bolsos, enchemos os cantis, limpámos o pó às máquinas fotográficas, reunimos os cartões de memória, enchemos o depósito do jipe, ligámos o GPS, despedimo-nos da família e fizemo-nos à estrada. Daqui para a frente estão milhões de quilómetros de caneta e máquina nas mãos, aventuras, perigos e memórias. O objectivo? Conhecer o máximo da diversidade étnica e cultural dos cinco continentes. Onde houver vida, estaremos lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[Ojigwe Orunbiyí Akwegbuará]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9040064715687822710-6856051098866923524?l=munduscultus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://munduscultus.blogspot.com/feeds/6856051098866923524/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9040064715687822710&amp;postID=6856051098866923524' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9040064715687822710/posts/default/6856051098866923524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9040064715687822710/posts/default/6856051098866923524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://munduscultus.blogspot.com/2007/11/os-nossos-safaris.html' title='OS NOSSOS SAFARIS'/><author><name>Akwegbuará</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15516587493530640440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9040064715687822710.post-4674388239483529041</id><published>2007-11-26T08:42:00.000-08:00</published><updated>2007-11-27T13:04:37.721-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='início'/><title type='text'>A diversidade cultural no mundo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A blogosfera tornou-se a mais completa ferramenta de publicação imediata de textos e imagens. Neste sentido, resolvi aproveitar tão exponencial ferramenta para dar a conhecer a quem por aqui passa um pouco dos elementos culturais que compõem a diversidade étnica do globo. Na era da globalização a preservação identitária é fundamental.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9040064715687822710-4674388239483529041?l=munduscultus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://munduscultus.blogspot.com/feeds/4674388239483529041/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9040064715687822710&amp;postID=4674388239483529041' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9040064715687822710/posts/default/4674388239483529041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9040064715687822710/posts/default/4674388239483529041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://munduscultus.blogspot.com/2007/11/diversidade-cultural-no-mundo.html' title='A diversidade cultural no mundo'/><author><name>Akwegbuará</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15516587493530640440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
